Repetidora

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

VISIONÁRIOS PROFETIZAM



Apenas alguns anos atrás os grandes e sábios visionários profetizavam que : o rádio amador ao lado de discos de vinil, filmes de 35 mm e fita VHS, eram considerados como tecnologias programadas para desaparecer da face da terra.
E como esses grandes e sábios visionários estavam errados.
Cerca de 700.000 americanos têm licenças de rádio amador a partir de 1990, e isso a uma geração atrás. E esse número está a aumentar praticamente no mundo inteiro.
O rádio amador nunca vai ter o sex appeal do iPhone, mas tem um certo apelo nerd,
" Ele cria sua própria experiência, que é realmente o fundamental aqui". "
“Se ele apenas emula uma experiência que você pode obter on-line, garanto que ele não vai crescer."
Muitos radioamadores são nossos conhecidos, eles gostam de pendurar cartões postais de contatos globais em suas paredes, igual aos caçadores que gostam de mostrar os chifres de veado pendurados na parede como troféus de suas proezas, que esse passatempo é perfeito não apenas para uma pessoa extrovertida, que gosta de falar e passar muito tempo diante do transmissor, qualquer pessoa pode ser radioamador.
É uma comunidade diferente. Não são nenhum estereótipo de idade, é só falar, partilhar, e desfrutar."
Até recentemente, o radioamadorismo foi diminuindo à medida que os operadores mais velhos morriam. Porem recentemente a situação modificou-se somente no ano passado, mais de 30 mil novos candidatos se inscreveram para se tornarem operadores de rádio amador, segundo Maria Somma, uma funcionária da Liga Americana Radio Relay.         Um radioamador não é apenas uma pessoa que tem um aparelho de rádio emissor/receptor, que encontra alguém com quem falar do outro lado.           Aquilo que um radioamador pode fazer e aprender vai muito para além disto.
Em primeiro lugar, não há limites.          O radioamador pode contatar com quase qualquer pessoa à face da Terra.            Mas para além disso o radioamador aumenta os seus conhecimentos e cultura.         Pode ajudar em casos de emergência, gerindo as comunicações e aumentando assim a possibilidade de socorro a tempo. Desenvolve os seus conhecimentos acerca de rádio e aperfeiçoa os seus próprios equipamentos e pode utilizar o rádio não apenas dentro de casa mas também fora da residência desde que tenha equipamento adequado a isso.           Para além disso são promovidos encontros em vários pontos do país e mundo, onde é possível trocar impressões com outros radioamadores e conhecer aqueles com quem se fala mas nunca se vê.
Em uma convenção de rádio amador no Rio Grande do Sul, os radioamadores realizam troca de peças, de antena e outros equipamentos, este setor é majoritariamente masculino.             Mas contando 15 anos de idade, Jorge Dunn está participando pela primeira vez junto com seu pai desta convenção.            Ele comentou “que no Facebook as mensagens de texto são divertidas, mas fazer amigos usando um rádio custando apenas $ 200 Dólares e que não vem com taxas mensais é muito mais gratificante.
Com o rádio amador você pode conversar com pessoas novas, de todos os tipos, de todas idades, de todas raças, e é simplesmente incrível o que um pequeno rádio pode fazer.           Porque não importa onde você está, se você tem o direito material e o poder de direito de poder falar com alguém é muito gratificante", complementou Jorge .
O pai de Jorge,  Alexandre Dunn, diz que a conversa cortês entre operadores de rádio amador é bom para os adolescentes.           "Aqui os jovens têm a oportunidade de se comunicar com um grande número de pessoas, que incute uma certa quantidade de confiança na sua capacidade de exercer a arte perdida da conversa", disse Alexandre Dunn
Mesmo os die-hard radioamadoristicos admitem que o rádio amador nunca vai ser um passatempo popular. Com celulares inteligentes e outros dispositivos, as pessoas estão mais conectados à Internet do que antes. Mas as pessoas ainda estão descobrindo a alegria de se comunicar com uma tecnologia que existe há mais de um século, o rádio.

Autor do artigo: Mário Keiteris- PY2 M X K            
(Radioamador Veterano e Escritor)
Um forte e cordial     73.

fonte: http://qsy.to/py2mxk


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

CONHECENDO O SEU S-METER



Com certeza já vimos S-Meter e S-Meters, desde aqueles bem visíveis nos painéis dos antigos receptores a válvula, até os minúsculos indicadores de sinal dos modernos transceptores compactos. A questão é: O que esperar deles? Podemos confiar em sua leitura? Eles são compatíveis entre si? Existe diferença na leitura do sinal em HF, VHF ou UHF? Parece-me que a questão ficou confusa nos últimos tempos, que poucos colegas reportam sinais recebido a partir da leitura do S-Meter. Voltamos ao bom e velho "59" para sinais fortes e dai para menos quando a propagação não ajuda.

Recentemente tive a necessidade de "calibrar" dois equipamentos quanto à sua sensibilidade e indicação de sinal. As discrepâncias verificadas nas medições me levaram a aprofundar um pouco mais a questão. O resultado desse trabalho está aqui relatado e, talvez, tenha utilidade para os colegas interessados na questão.

HISTÓRIA

A escala do S-Meter foi derivada do sistema de reportagem subjetiva RST, utilizada desde os primórdios das comunicações por radiotelegrafia até os dias atuais. Esse sistema, composto por três dígitos, procura avaliar a qualidade do sinal telegráfico recebido avaliando a intelegibilidade(R), a intensidade de sinal(S) e a qualidade do tom(T), com valores variando de 111 até 599. Para qualificar sinais de fonia, quer seja em AM(SSB é uma modalidade do AM) ou FM, o último digito não é utilizado e as "reportagens" de sinais são então expressas para valores 11 até 59. A inteligibilidade é subjetiva e não pode ser medida pelo receptor, mas a intensidade de sinal pode.

A União Internacional de Radioamadores(IARU) elaborou em 1981 uma recomendação para a calibração dis S-Meters que integram os equipamentos de HF, VHF e UHF. Devido às diferenças entre as técnicas de recepção e demodulação de AM em HF e de FM em VHF e UHF, foram elaborados padrões diferentes para as escalas dos S-Meters para esses dois casos.

Para os equipamentos de HF foi estabelecido que a indicação de S-9 deve corresponder a uma potência recebida no conector de antena de -73 dBm, equivalente a 50 microvolts de tensão eficaz(RMS) sobre a impedância de 50 ohms, Já para os equipamentos de VHF a indicação de S-9 deve corresponder à potência de -93 dBm, equivalente a 5 microvolts de tensão eficaz sobre a impedância de 50 ohms.

Para sinais iguais ou inferiores a S-9, cada unidade S corresponde a uma diferença de 6dB, ou seja, uma razão de dois para a tensão ou de quatro para a potência . Acima de S-9 os sinais são medidos diretamente em dB, com alguns S-Meteres chegando até a 60 dB acima de S-9 ou S9+60dB.

A grande maioria dos S-Meteres não são calibrados dessa forma. Alguns poucos apresentam uma leitura correta para S-9, mas não apresentam o passo de 6dB para cada unidade S. Alguma relação mais próxima com esse padrão pode ainda ser observada nos equipamentos mais antigos, à válvula ou híbridos, que ainda procuravam seguir esse padrão.

Na década de 90 tive a oportunidade de "calibrar" um FT-101B, que ao ter o S-Meter ajustado para apontar S-9 com 50 microvolts na antena, apresentou uma relação bastante próxima para as unidades S e para os dB acima de S-9. Lembro que a percepção, após essa calibração, era de um S-Meter "duro", mas fiel à especificação.

Conhecer seu S-Meter é interessante para entender melhor o seu equipamento, na recepção, mas também lhe dará uma boa idéia do que sua transmissão pode fazer.

Por exemplo, existe uma grande diferença no consumo de energia e no tempo de vida dos componentes do seu transceptor, entre uma transmissão com 100 W e com 25 W. Mas para quem está recebendo seu sinal essa diferença deveria ser de apenas uma unidade S, ou 6dB. Transmitir com apenas 1 W no lugar de 100 W reduziria seu sinal em 1,5 unidade S. O uso de um amplificador linear de 1 KW após seu transceptor de 100 W elevaria seu sinal de S-9 para S-9+10 dB, ou de S-7 para algo entre S-8 e S-9.

Essa constatação pode nos fazer repensar sobre a modalidade QRP, sobre a aquisição dos transceptores de baixa potência que estão aparecendo no mercado e a necessidade de investir em amplificadores lineares.



PU4-TAM
PX4H-2657
Magela
fonte: http://rodadadobule.blogspot.com.br/

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Satélites Radioamadorísticos


                                 
Eis um fato inusitado: mais de 70 satélites construídos por radioamadores foram lançados nas ultimas quatro décadas. O numero é surpreendente devido a estes sofisticados e únicos veículos espaçais serem pouco conhecidos fora da fraternidade radioamadorística.

De fato, grupos particulares de radioamadores em torno do Mundo, construíram dúzias e dúzias de satélites de comunicação e de fins científicos desde o lançamento inicial do OSCAR–1, primeiro satélite feito por amadores em 12 de dezembro de 1961.

A maior organização da atualidade, envolvida com a atividade espacial e a Radio Amateur Satellite Corporation (AMSAT) com sede em Washington DC,

Os membros e entusiastas, associados ou não, são compostos por voluntários de todas as partes do Mundo, que projetam constroem e operam os satélites.

Nos primórdios, após o lançamento do primeiro artefato espacial, o Sputnik-1, pela União Soviética em 4 de Outubro de 1957, naturalmente houve um imenso interesse e pressão política manifestada pelos Estados Unidos em colocar um satélite em orbita.

Na aquela época o Jet Propulsion Laboratory do Califórnia Institute of Technology em Pesadena, operava como laboratório de pesquisa para o exercito norte-americano. Um mês deoius do lançamento do Sputnik 1, o exército pediu ao JPL a construção de um satélite composto de um modulo cientifico e outro de comunica-ções . O resultado foi a construção de um satélite de aproximadamente 10 kg. de peso, denominado Explorer I. O JPL e a Agencia de Mísseis Balísticos do Exercito dos EU, localizado em Huntsville, Alabama, lançaram o satélite em um foguete balístico tipo Redstone do, na época, campo de ensaios de Cabo Canaveral em 31 de Janeiro de 1958.

Esse histórico lançamento do primeiro satélite norte-americano em orbita terrestre abriu o caminho para a corrida espacial com enfase para a Guerra Fria e foi também responsável pela criação da primeira agencia espacial civil, a NASA, da qual o JPL hoje faz parte.

Os radioamadores, mundialmente envolvidos pelo entusiasmo de escutarem o bip-bip-bip do Sputnik, vindo do espaço, com entusiasmo aceitaram o convite de rastear os sinais do Explorer I.

Uma das muitas estações espalhadas pelo Mundo a fora era operada por radioamadores funcionários do JPL, localizado no escritório de um sheriff do subúrbio de Los Angeles, em Temple City.

Alguns radioamadores tiveram uma idéia brilhante: amadores sabem tudo sobre comunicação; se o Governo consegue construir um satélite de comunicações, por-que nós não?

O primeiro satélite de radioamador: um grupo de amadores californianos criou um clube e se autodenominou Projeto Oscar, construíndo o primeiro satélite de radioamador, em 1961. Desde então, a maior parte dos satélites feitos por amadores foram chamados de OSCAR.

O Projeto OSCAR construiu os primeiros quatro satélites. Então, em 1969, foi fundada a AMSAT, cujo primeiro satélite a entrar em orbita foi o OSCAR-5, construído por estudantes australianos.

Todos os satélites tipo ‘high-tech’ foram construídos através de doação de tempo, materiais e meios financeiros pelos radioamadores dos mais diversos países como E.Unidos, Alemanha, Canada, Inglaterra, Australia, Rússia, França, Itália, Japão, Brasil, Argentina e outros - sem querer ser injusto omitindo alguém.

OSCAR. Todos os satélites lançados, patrocinados pela AMSAT, recebem o nome OSCAR que significa Orbital Satellite Carrying Amateur Radio. Ate 2002 , o numero total de OSCARs totalizou 50 satélites.

Após o lançamento com sucesso e operando nas freqüências atribuídas ao serviço de radioamadores, a AMSAT passou a atribuir um numero a cada OSCAR. Como exemplo, citamos o lançamento de dois OSCARs em dezembro de 2002, um por grupo de amadores alemães, o AATIS OSCAR-49 (AO-49); o AATIS é um grupo que promove o radioamadorismo nas escolas, e o satélite da Arábia Saudita, denominado Saudi OSCAR-50 (SO-50).

No decorrer dos anos, alem dos OSCARS, a União Soviética e amadores russos construíram e lançaram 20 satélites com a denominação de Radio-Sputnik, ou RS, que também eram conhecidos por ‘Iskra’, que significa faisca.

Amadores britânicos construíram na Universidade de Surrey os famosos satélites denominados UOSAT, operando nos modos packet, sendo que os japoneses construíram os famosos Fuji (FO-20 e FO-29).

Alguns números interessantes sobre satélites de radioamador: 1) Só quatro satélites existiam em orbita em 1960; 2) Seis foram lançados em 1970; 3) Sete satélites de radioamador foram lançados nos anos 80; 4) Duas dúzias foram lançadas em 1990 e 5) Mais que uma dúzia foi lançada desde a virada do século.

O recorde foi no ano de 2000, com o lançamento de nove satélites para o nosso hobby, seguido do ano de 1981 e 1990 com oito satélites cada. Logo a seguir vem os anos de 1993 e 1998, com cinco satélites cada, sendo de que a maioria ainda está em orbita e alguns ainda em uso.

Nada como uma carona para o espaço. Nas décadas passadas, satélites de radioamador muitas vezes se beneficiaram de caronas para o espaço, como por exemplo nos lançamentos feitos pelos russos, norte-americanos, japoneses e outros, porém hoje e com a freqüência de cargas comerciais cada vez maiores, dificilmente essa sorte se repete e os lançamentos são bem pagos.

Orbitas de satélites: os projetos de satélites de radioamador mais importantes foram designados “Phase 1", "Phase 2" e "Phase 3”. A maioria dos satélites até então era do tipo Phase 1 e 2, com orbitas no sentido norte – sul, orbita polar ou leste – oeste, orbita equatorial a uma altitude media entre 200 a 1000 milhas de altura. Para comparação essa é a altura onde se encontra a Estação Espacial, porem um pouco mais alto.

Esse tipo de satélite de baixa altitude circula o Globo a cada hora, pouco mais ou menos, permanecendo ao alcance de uma estação terrestre por aproximadamente 15 a 30 minutos. Satélites de orbita polar chegam ao alcance da estação terrestre todos os dias. aproximadamente no mesmo horário. Esses são os satélites denominados de "Low Earth Orbit" (LEO). Os satélites ds tipo ‘Phase 1’ estavam extremamente limitados em termos energéticos, tanto que ele só duravam poucas semanas. Os satélites ‘Phase 2’ operam por períodos muito longos e com alcance de até 4000 milhas.

Com inicio em 1980, a AMSAT começou a projetar satélites de radioamador com extensas orbitas elípticas, no intuito de mantê=los ao alcance das estações terrestres durante muitas horas, nascendo dessa forma os satélites ‘Phase 3’. Estes, por seu turno, iriam ser bem mais complexos e equipados com frequências de rádio mais altas, bem como sendo capazes de serem usados para comunicações a grades distancias, devido à sua altura em orbita, que alcança entre 20.000 a 30.000 milhas no apogeu, retornando no perigeu para uma altura entre 1.500 a 2.500 milhas. Esse tipo de órbita e denominado de orbita ‘Molniya’, idealizada e utilizada pelos russos nos seus satélites de comunicação.

Se alguma vez vier a existir um satélite do tipo ‘Phase 4’, será um satélite geoestacionário e será um OSCAR a uma altura de aproximadamente 22.000 milhas - porem só alcançara uma determinada área - mas não se fala ainda na possibilidade.

Repetidoras no céus: a maioria das vezes os satélites de radioamador são repetidoras. Os satélites ‘transpõem‘, repetem , retransmitem a voz, bem como sinais de Morse e transmissões digitais de computador para computador, ou armazenam mensagens e números digitados por computador para retirada posterior por uma outra estação terrestre, chamada de BBS (Bulletin Board System). Algumas vezes esses satélites incluem pacotes científicos que medem os mais diversos parâmetros espaciais.

O satélite de radioamador e um sistema aberto para o uso de qualquer pperador devidamente licenciado pelas autoridades competentes. Os satélites, alem de atenderem ao hobby, servem ao publico em condições de emergência, à educação, ao serviço médico e outros.

Beacon, Sistemas de Gerenciamento: a grande maioria de satélites tem um sistema de gerenciamento interno que funciona por meio de um computador de bordo. Esses dados são transmitidos via um ‘beacon’ (baliza), em determinada frequencia e os dados permitem a análise permanente do seu estado de funcionamento. Eventuais necessidades de correção são atendidas por uma estação de controle, podendo com isso ligar ou desligar funções, reorientar a atitude do satélite etc.

Alem de ter um bom QSO, bate papo ou ‘rag chewing’, como os colegas americanos o chamam, existem diversos tipos de conteste e outras atividades via satélite que produzem um desafio adicional como WAS, Satellite DXCC, contactando 100 países via satélite e outros como o ZRO Technical Achievment Avard, que se destina a estações com elevada sensibilidade e qualificações técnicas para a escuta de sinais fracos.

A operação via satélite e desenvolvida e tem o aval de organizações como a AMSAT, ARRL, RSGB, DARC , Projeto OSCAR , NASA e outras entidades.

 fontes: http://www.labre-am.org.br/
            http://www.spacetoday.org/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Repetidora PY4-RLB 147330 Bom Sucesso - MG

"Coreto da praça Benjamim Guimarães, em frente à igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso, na Cidade de Bom Sucesso - Minas Gerais."


AGORA É OFICIAL FOI OUTORGADA PELA AGENCIA NACIONAL DAS TELECOMUNICAÇOES  A "ANATEL"  A  REPETIDORA PY4-RLB REPETIDORA VHF 2  METROS DA  CIDADE DE BOM SUCESSO - MG, OPERANDO NA FREQUÊNCIA DE 147330, SHIFT  POSITIVO, PARABENIZAMOS AOS MANTENEDORES PELO EMPENHO E ENGRANDECIMENTO DA FAIXA DO VHF 2 METROS EM NOSSO ESTADO.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dia Mundial do Rádio 2013

Dia mundial do rádio.

Data:
13 de fevereiro de 2013

Localização:
Mundial

Website:
http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/events/prizes ...

13 fevereiro é uma data proclamada pela UNESCO para celebrar transmissão de rádio, melhorar a cooperação internacional entre as emissoras de rádio e incentivar os tomadores de decisão para criar e fornecer acesso a informações por meio de rádio, inclusive as rádios comunitárias.

É uma ocasião para chamar a atenção para o valor único de rádio, que continua a ser o meio para alcançar o maior público e atualmente está tomando novas formas e dispositivos tecnológicos.

UNESCO encoraja todos os países para celebrar este Dia através da realização de atividades com diversos parceiros, como a nível nacional, regional e organizações associações de radiodifusão e organizações internacionais, organizações não-governamentais, meios de comunicação, tomadas, bem como o público em geral.

Vamos comemorar!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Princezinha do Sul de Minas 146670 volta a todo Vapor

Retornou ao ar neste último  final de semana a PY4-RSB  na frequência de 146670 Repetidora da cidade de LAVRAS-MG,  parabenizamos ao Grupo CRAMIG por retornar com este repetidor que tanto engrandece a faixa do vhf 2 metros.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

ALERTA AVISO METEOROLÓGICO





Período: 28 de janeiro a 04 de Fevereiro 2013

Região: TRIÂNGULO, SUL, CENTRAL, ZONA DA MATA, OESTE E NORTE.
A  atuação de uma frente fria  possibilitará chuvas com acumulado significativo para as seguintes
regiões:
TRIÂNGULO, CENTRAL  e ZONA DA MATA -
possibilidades de acumulado entre 100 a 140mm.

SUL e OESTE - possibilidades de acumulado entre 150 a 200mm.

NORTE - possibilidades de acumulado entre  35 a 45mm.

RECOMENDAÇÕES :
Cuidado especial aos motoristas que irão viajar, chuvas fortes diminuem a visibilidade e a pista molhada pode ocasionar acidentes.
As Coordenadorias Municipais de Proteção e Defesa Civil, COMPDEC, deverão
desencadear as ações previstas em seus planos de contingência, com vistas à redução de desastres.
A população deverá ser alertada quanto ao risco de alagamentos, quedas de árvores e deslizamentos de encostas. Devem ser especialmente reforçadas as orientações para que as pessoas adotem comportamentos seguros. Dentre outros,  não transitar em áreas alagadas (a pé ou de carro), observar sinais de encharcamentoe movimentação do solo das encostas, abandonar suas residências preventivamente, não colocar em vias públicas qualquer lixo ou materiais que possam comprometer o escoamento de águas
pluviais.
Para mais informações acesse: www.defesacivil.mg.gov.br

Belo Horizonte, 28 de Janeiro de 2013.
-: LUÍS CARLOS DIAS MARTINS, CEL PM :-
Chefe do Gabinete Militar do Governador
e Coordenador Estadual da Defesa Civil

 Fonte:  SIMGE/IGAM