Repetidora

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Cidades pólo do Campo das Vertentes.

 A REGIÃO DO CAMPO DAS VERTENTES:é uma das doze mesorregiões do estado brasileiro de Minas Gerais. É formada pela união de 36 municípios agrupados em três microrregiões formadas pelos principais municípios sendo eles Barbacena, São João Del Rei e Lavras, mas tendo como cidade eixo e pólo regional assim como central a cidade de São João del Rei.
  Esta região tem o nome de Campo das Vertentes pelo fato deste lugar ser, em termos gerais, o início da Serra da Mantiqueira, que surge como um descampado no município de Barbacena, que por sua vez também é chamada de "Campos da Mantiqueira", sendo que nesta região, cujo relevo é formado por mares de morros, nascem e correm fluentemente muitos rios, que contribuem enormemente para a formação de três grandes bacias, duas de âmbito nacional: O Paraíba do Sul e o São Francisco; a de âmbito internacional é o caudaloso Paraná. 
Os afluentes do Paraíba do Sul são o Rio Pomba que nasce nas proximidades de Barbacena e o Rio Paraibuna que nasce na Serra do Ibitipoca. Na Serra do Ouro Branco, contravertente do Rio Piranga, nascem os afluentes do Rio Grande, por sua vez importante tributário do Rio Paraná, o famoso Rio das Mortes e o Rio Elvas; no sentido sul-norte nascem os rios que vertem para o Rio São Francisco; entre Conselheiro Lafaiete e Carandaí, na Serra da Noruega nasce o Rio Paraopeba; em Pedra do Indaiá, serra do Tamanduá nasce o Rio Lambari e o Rio Pará nasce em Desterro. A região compreende uma área de 12.563,667 kms.



                             SÃO JOÃO DEL REI-MG




ASPECTOS HISTÓRICOS: Os primeiros povoadores de São João del Rei foram paulistas, atraídos pelos cascalhos auríferos da bacia do rio das Mortes, que "assoalhavam o caminho trilhado pelos bandeirantes", denunciando os grandes depósitos de ouro da região. Em fins do século XVII, Tomé Portes del Rei, procedente de Taubaté, fixou-se as margens do rio das Mortes, no local a que chamava, por ser passagem de todas as embarcações "Porto Real da Passagem". Nesse local, ainda hoje denominado Porto Real, teve início o primeiro arraial. Em 1702 faleceu Tomé Portes del Rei, a quem fora conferido o direito de cobrança da passagem no Rio das Mortes. Sucedeu-o seu genro Antônio Garcia da Cunha. Até 1703, a importância do povoado decorria de sua situação como ponto de ligação com os Sertões de Caeté e a região das minas do Carmo, Ouro Preto e Sabará.
De 1703 a 1704, o português Manuel João de Barcelos descobriu, nas fraldas dos montes, ricas manchas de ouro, e os paulistas Pedro do Rosário e Lourenço da Costa iniciaram os trabalhos de faiscação Forasteiros e aventureiros começaram a afluir. Nas encostas das serras, atualmente denominadas Senhor do Monte e Mercês, onde ainda há reservas de ouro, surgiu o outro arraial - o do Rio das Mortes - com sua igrejinha (no local denominado Morro da Forca) consagrada a Nossa Senhora do Pilar, originando-se ai São João del Rei.
Na guerra entre paulistas e emboabas, ainda no início do século XVIII, foi o arraial do Rio das Mortes fortemente abalado com a morte e o afastamento dos paulistas, aos quais foram usurpadas as minas. Apesar dessas lutas e disputas, a povoação continuou a prosperar.
A construção da estrada de ferro (1878-1881) e a chegada, em 1886, de imigrantes italianos, procedentes de Bolonha e Ferrara, aceleraram o progresso do Município. Esses imigrantes, destinados a agricultura, localizaram-se na Várzea do Marçal, onde formaram as colônias do Marçal, Recondego e Felizardo, e na Fazenda José Teodoro. Posteriormente, grande número de sírios fixou-se no Município, dedicando-se de preferência ao comércio.
FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA E JUDICIÁRIA
A freguesia de Nossa Senhora do Pilar data de 16 de fevereiro de 1724. O Município foi criado com sede no antigo arraial do Rio das Mortes e território desmembrado do termo da antiga Vila Rica - mais tarde Ouro Preto - a 8 de dezembro de 1713, recebendo o nome de São João del Rei, em homenagem a D. João V. A Lei provincial n.º 93, de 6 de março de 1838, concedeu à sede municipal foros de cidade. Em 1953 perdeu o distrito de Nazareno para formar novo Município. Segundo a divisão administrativa vigente, o Município é composto dos distritos de São João del Rei (sede), Arcângelo, São Gonçalo do Amarante, Emboabas, Rio das Mortes, São Sebastião da Vitória e foram desmembrados os de Cassiterita e Santa Rita, ainda não instalados.
A comarca, criada com o nome de Rio das Mortes em 1714, recebeu, por força da Lei estadual número 11, de 13 de novembro de 1891, a denominação de São João del Rei.

Repetidoras de vhf e uhf   em  São joão del Rei-MG

-Repetidora Campo das vertentes PY4-RCV frequência de 146,630 mhz sub-ton 82.5
-Repetidora UHF PY4RCK frequência de 439.200(anbas instaladas no distrito de São Sebastião da Vítória 20 kms da cidade)

-Repetidora da LABRE-MG  PY4-RSJ frequência de 146,810 mhz ( instalada na Serra do Lenheiro)




                                   BARBACENA-MG

Histórico

Barbacena teve origem em pequeno aldeamento de índios Puris, formado por Jesuítas junto às cabeceiras do Rio das Mortes, no sítio denominado Borda do Campo pelas primeiras bandeiras que penetraram no território das Minas Gerais. Os indígenas, pertencentes a nação Tupi, habitavam a Zona do Campo, desde a Mantiqueira, e tinham por vizinhos, a leste, os Coroados, e, ao norte, os Carijós. Tendo vindo ao sul, espalharam-se pelas regiões de Queluz e Congonhas do Campo. Os últimos representantes desses aborígenes desapareceram em meados do século XVIII.
Os primeiros povoadores da região foram paulistas e portugueses, procedentes, na maioria, de Taubaté. Transpondo a Mantiqueira pela garganta do Embau, hoje Cruzeiro, desbravaram os sertões e estabeleceram-se no território. Dedicaram-se de início a mineração e, em seguida, quando já se encontrava aberto o Caminho Novo, também chamado "das partes de São Paulo" ou do Rio Grande, a lavoura e a criação de gado. Essa empresa foi iniciada pelo Capitão Garcia Rodrigues Paes Leme, em 1698, e terminada com o auxílio de seu cunhado, o Coronel Domingos Rodrigues da Fonseca Leme, então já estabelecido na Fazenda da Borda do Campo. Como recompensa, receberam ambos vários títulos, privilégios e diversas sesmarias ao longo do Caminho Novo, por eles aberto.
Como cobrador das entradas e provedor dos quintos, o Coronel Domingos Rodrigues da Fonseca Leme estabeleceu nas terras de suas sesmarias o Registro da Borda do Campo, depois chamado "Velho" e, mais tarde, do "Padre Manoel Rodrigues". Vendida a fazenda, em 1724, a Matias Domingos e a Francisco da Costa, retirou-se o Coronel Fonseca Leme para São Paulo, onde faleceu em 1738.
A primitiva Freguesia de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campo foi criada em 1725, pelo 4° Bispo do Rio de Janeiro, Frei Antônio de Guadalupe. Foi seu 1° Vigário o Padre Luís Pereira da Silva e teve por sede provisória, até 1730, a Capela do Borda. Daí a sede da Freguesia foi transferida para a chamada Igreja Nova, atual Matriz de Barbacena. A conclusão da Matriz data de 1764. Terminadas, porém, as primeiras obras, foram entregues ao culto a 27-11-1748. Em tôrno da Matriz foi-se formando, desde o início da construção, o antigo arraial da Igreja Nova. Por sua vantajosa posição comercial entre o Caminho Novo e o Velho, que ligavam Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso ao Rio de Janeiro, o povoado prosperou. Em 14-08-1791 foi elevado à categoria de Vila pelo Governador da Capitania, Visconde de Barbacena, daí a denominação, desmembrando seu território dos termos das Vilas de São José e São João del Rei.
No começo de sua verdadeira e gloriosa história, Barbacena vê-se forçada a festejar a condenação dos Inconfidentes, e ainda expor, nas vizinhanças da Igreja do Rosário e à margem da antiga Estrada Real do Rio para Vila Rica, o braço direito de Tiradentes.
A reação de Barbacena contra o Governo da Província, vem pela permanência de D. Pedro em nossa Pátria. Em representação ao Príncipe Regente D. Pedro a 11-02-1822, a Vila de Barbacena se propõe para Capital, sede da Monarquia Portuguesa, então em crise , oferecendo-se os barbacenenses para lutar em defesa do Príncipe. Faz jus, por essa atitude, ao título de "Nobre e Muito Leal", que mais tarde lhe é conferido pelo 1° Imperador, por Alvará de 17-03-1823.
Em 1833, converte-se em bastião de resistência à insurreição de Ouro Preto. É ali, em casa do Padre Manuel Rodrigues da Costa, no Registro Velho, que se articula o movimento de 10-06-1842.
Mais tarde, participa vivamente das campanhas da Abolição e da República, tornando conhecidas e respeitadas as culturas de seus eminentes filhos e suas tradições, tendências liberais e progressistas.

Gentílico: barbacenense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Barbacena pelo Alvará de 16-01-1752.
Elevado à categoria de Vila com a denominação de Barbacena, em 14-08-1791. A instalação se deu em 03-09-1791.
Pelo Alvará de 24-02-1823, a Vila teve o título de "Nobre e Muito Leal Vila de Barbacena".
Elevada à condição de Cidade com a denominação de Barbacena, pela Lei Provincial n° 163, de 09-03-1840.
Pela Lei Provincial n° 1723, de 10-10-1870 e por Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de Nossa Senhora dos Remédios e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 1830, de 10-10-1871 e por Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de Desterro do Melo e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 1887, de 15-07-1872, é criado o Distrito de Santana da Ressaca e anexado ao Município de Barbacena.
Em 1874, é criado o Distrito de Ribeirão de Alberto Dias confirmada pela Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 2149, de 30-10-1875, e por Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891 é criado o Distrito de Quilombo e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 2325, de 12-07-1876, o Distrito de Santana da Ressaca passou a denominar-se Santana do Carandaí.
Pela Lei Provincial n° 2701, de 30-11-1880, e pela Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de Santo Antônio da Ibertioga e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 2712, de 30-11-1880 e por Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de Santana do Livramento e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 2799, de 30-10-1881, é criado o Distrito de Borda do Campo e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 2906, de 26-09-1882, Barbacena adquiriu do Município de Lima Duarte o e Distrito de Santa Rita do Ibitipoca.
Pela Lei Provincial n° 2955, de 07-10-1882, o Distrito de Borba do Campo passou a denominar-se São Sebastião dos Torres.
Pela Lei Provincial n° 3272, de 30-10-1884, e por Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de São Domingos e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Provincial n° 3798, de 16-08-1889 e por Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de Santa Bárbara do Tugurio e anexado ao Município de Barbacena.
Pelo Decreto n° 318, de 09-01-1891, o Distrito de São Domingos tomou o nome de São Domingos do Monte Alegre.
Pela Lei Estadual n° 2, de 14-09-1891, é criado o Distrito de Curral Novo e anexado ao Município de Barbacena.
Pela Lei Resolução n° 50, de 19-09-1895, o Distrito de Ribeirão de Alberto Dias passou a denominar-se São José da Ressaquinha.
Pela Lei Municipal n° 52, de 21-09-1895, o Distrito de Curral Novo passou a chamar-se Bias Fortes.
Pelo Decreto Municipal n° 148, de 20-05-1896, o Distrito de Quilombo passou a denominar-se União.
Em Divisão Administrativa referente ao ano de 1911, o Município é constituído de 14 Distritos: Barbacena, Bias Fortes, Campolide, Santana do Carandaí ex-Santana da Ressaca, Desterro do Melo, Ibertioga ex-Santo Antônio da Ibertioga, Pedro Teixeira, Remédios ex-Nossa Senhora dos Remédios, Ressaquinha, Santana do Livramento, Santa Bárbara do Tugúrio, Santa Rita do Ibitipoca, São Domingos do Monte Alegre, São Sebastião dos Torres ex-Borda do Campo e União.
Pela Lei Estadual n° 556, de 30-08-1911, é criado o Distrito de Campolide ex-povoado de José Pinto, em terras desmembradas do Distrito de Santa Rita do Ibitipoca e anexado ao Município de Barbacena. Pela mesma Lei é criado o Distrito de Pedro Teixeira e anexado ao Município de Barbacena.
Pela lei n° 663, de 18-09-1915, é criado o Distrito de Ilhéus, criado com terras desmembradas dos Distritos de Santo Antônio da Ibertioga e Barbacena e anexado ao Município de Barbacena.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01-IX-1920, o Município é constituído de 16 Distritos: Barbacena, Bias Fortes, Campolide, Carandaí, Desterro do Melo, Ilhéus, Livramento ex-Santana do Livramento, Pedro Teixeira, Nossa Senhora dos Remédios, Ressaquinha, Santa Rita do Ibitipoca, Santa Bárbara do Tugúrio, Santo Antônio da Ibertioga, São Domingos do Monte Alegre e São Sebastião dos Torres.
A Lei Estadual n° 843, de 07-09-1923, desmembra do Município de Barbacena o Distrito de Santana do Carandaí. Elevado à categoria de Município com a denominação Carandaí. A mesma Lei de n° 843, altera a denominação dos Distritos de: Ilhéus; para Padre Brito; Nossa Senhora dos Remédios para Remédios. O mesmo instrumento legal transfere do Município de Barbacena os Distritos de Pedro Teixeira para ser anexado ao Município de Lima Duarte, São Domingos do Monte Alegre para Alto Rio Doce respectivamente.
Em Divisão Administrativa referente ao ano de 1933, o Município é constituído de 13 Distritos: Barbacena, Bias Forte, Campolide, Desterro do Melo, Padre Brito, Remédios, Ressaquinha, Santana do Livramento, Santa Bárbara do Tugúrio, Santa Rita do Ibitipoca, Santo Antônio da Ibertioga, São Sebastião dos Torres e União.
Pelo Decreto-Lei Estadual n° 88, de 30-03-1938, o Distrito de Campolide passou a chamar-se Saldanha.
Em Divisões Territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o Município é constituído de 13 Distritos: Barbacena, Bias Fortes, Desterro do Melo, Padre Brito, Remédios, Ressaquinha, Saldanha ex-Campolide, Santa Bárbara do Tugúrio, Santa Rita do Ibitipoca, Santana do Livramento ex-Livramento, Santo Antônio da Ibertioga, São Sebastião dos Torres e União.
O Decreto-Lei n° 148, de 17-12-1938, desmembra do Município de Barbacena os Distritos de União, Campolide ex-Saldanha e Ibitipoca ex-Santa Rita do Ibitipoca, para formar o novo Município com a denominação de Bias Fortes ex-União, pela mesma Lei o Distrito de Santa Bárbara do Tugúrio passou a chamar-se Tugúrio, Santana do Livramento a denominar-se Livramento, Santo Antônio da Ibertioga tomou o nome Ibertioga, Bias Forte a chamar-se Sítio e o Distrito de São Sebastião dos Torres a denominar-se Torres.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o Município é constituído de 10 Distritos: Barbacena, Desterro do Melo, Ibertioga ex-Santo Antônio da Ibertioga, Livramento ex-Livramento, Padre Brito, Remédios, Ressaquinha, Torres ex-São Sebastião dos Torres, Sítio ex-Bias Fortes, Tugúrio ex-Santa Bárbara do Tugúrio.
Pelo Decreto-Lei Estadual n° 1058, de 31-12-1943, o Distrito de Remédios passou a denominar-se Angoritaba, Livramento a chamar-se Oliveira Fortes e Torres tomou a denominação de Correia de Almeida.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o Município é constituído de 10 Distritos: Barbacena, Angoritaba ex-Remédios, Desterro do Melo, Ibertioga, Oliveira Fortes ex-Livramento, Padre Brito, Ressaquinha, Correia de Almeida ex-Torres, Sítio ex-Bias Fortes e Tugúrio.
A Lei Estadual n° 336, de 27-12-1948, desmembra do Município de Barbacena o Distrito de Sítio, elevado à categoria de Município com a denominação Antônio Carlos, e ainda pela mesma Lei, é criado o Distrito de Paiva, com terras desmembrada do Distrito de Oliveira Forte e anexado ao Município de Barbacena.
Em Divisão Territorial datada de 01-VII-1950, o Município é constituído de 10 distritos: Barbacena, Angoritaba, Correia de Almeida, Desterro do Melo, Ibertioga, Oliveira Fortes, Paiva, Padre Brito, Ressaquinha, Tugúrio.
Pela Lei Estadual n° 1039, de 12-12-1953, desmembra do Município de Barbacena o Distrito de Angoritaba. Elevado á categoria de Município com a denominação de Senhora dos Remédios, pela mesma Lei, desmembra os Distritos Oliveira Fortes, Paiva e Ressaquinha, todos elevados à categoria de Município.
Em Divisão Territorial datada de 01-VII-1960, o Município é constituído de 6 Distritos: Barbacena, Correia de Almeida, Destêrro do Melo, Ibertioga, Padre Brito, Tugúrio.
Pela Lei Estadual n° 2764, de 30-12-1962, desmembra do Município de Barbacena o Distrito de Desterro do Melo, Ibertioga e Tugúrio, todos elevados à categoria de município.


Alterações Toponímicas Distritais

Pela Lei Estadual nº 2764, de 30-12-1962, é criado o Distrito de Senhora das Dores e anexado ao Município de Barbacena.
Em Divisão Territorial datada de 31-XII-1963, o Município é constituído de 4 Distritos: Barbacena, Correia de Almeida, Padre Brito e Senhora das Dores. Assim permanecendo em Divisão Territorial datada de 1995.

Pela Lei Municipal n° 3365, de 08-11-1996, foram criados os Distrito de Colônia Rodrigo Silva, Costas da Mantiqueira, Faria, Galego, Mantiqueira do Palmital, Pinheiro Grosso, Ponte do Cosme, Ponte Chique do Martelo e São Sebastião dos Torres e anexados ao Município de Barbacena.

Em Divisão Territorial datada de 2003, o município é constituído de 13 Distritos: Barbacena, Colônia Rodrigo Silva, Correia de Almeida, Costas da Mantiqueira, Faria, Padre Brito, Galego, Mantiqueira do Palmital, Senhora das Dores, Pinheiro Grosso, Ponte do Cosme, Ponte Chique do Martelo, São Sebastião dos Torres. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.


Repetidoras de vhf 2 metros cidade de Barbacena -MG

-Repetidora  PY4RPM  frequência de 145,370 ( fora do ar)
-Repetidora  PY4 APA frequência de 147,000  (Barbacena)



                                        LAVRAS -MG


Lavras é um município brasileiro da região do Campo das Vertentes, no sul do estado de Minas Gerais. Localiza-se a uma latitude 21° 14' 30 sul e a uma longitude 44° 00' 10 oeste, estando a uma altitude de 919 metros e possuindo uma área de 564,5 km².

História

Lavras começou a povoar-se em 1729, sendo então, seu território, pertencente à Freguezia de Carrancas, Comarca do Rio das Mortes que tinha por cabeça Vila de São João Del Rei. Indubitavelmente, Lavras deve sua origem à exploração aurífera. Para cá, foram atraídos os paulistas, seus primitivos povoadores, em busca do metal precioso, em demanda de riquezas. A estes desbravadores, agregaram-se muitos dos moradores da então Província das Minas Gerais, os quais, aplicando-se ao cultivo das terras, vendiam por altopreço aos mineiros, os víveres de que necessitavam. Esgotadas as minas, os habitantes do incipiente arraial dedicaram-se à agricultura e à atividadepastoril, atividade que muito prosperaram e que se contituíram, em realidade, com om correr do tempo, na mola propulsora de desenvolvimento do pequeno povoado, e em fator importantíssimo de fixação do elemento humano. Pela provisão de 18/09/1751, obtiveram, os moradores das Lavras do funil, licensa para erigir uma capela em honra e em invocação da Senhora Sant'Ana. Em torno daquela capela, hoje denominada, Igreja do Rosário e tombada ao Patrimônio Histórico, cresceu rapidamente o arraial.

Emancipação.

O arraial de Sant'Ana das Lavras do Funil foi erigido em célula independente, desligando-se do município de São João Del Rei. A vila de Lavras do Funil foi criada em 1831 e em 1868 foi elevada à categoria de cidade, já com o nome atual.

Geografia

Lavras está ligada a grandes capitais por duas rodovias principais: pela Fernão Dias, conectando-a a Belo Horizonte, a 230 quilômetros, e a São Paulo, a 370 quilômetros, e pela , BR 265 chega-se a BR 040 que dá acesso ao Rio de Janeiro, a 420 quilômetros.

Na região de Lavras predominam terrenos antigos, com duas litologias dominantes, a primeira constituída por rochas gnáissicas, graníticas e magtíticas, com eventuais diques metabásicos, e a segunda representada pelos micaxistos e quartzitos. Junto ao DNPM verifica-se que quase todo o subsolo lavrense encontra-se requerido, mostrando o potencial de exploração mineral da área, embora ainda seja explorado timidamente.

Seu clima é classificado como tropical de altitude pelo IBGE. Inserida no Planalto do Sudeste, o relevo dominante pode ser caracterizado como ondulado, com altitudes que variam entre 1259 e 822 metros em pontos extremos. A vegetação natural da região faz parte do complexo do cerrado e pode ser caracterizada como gramíneo-lenhosa, embora esteja atualmente bastante modificada pelas atividades agrícolas.


Indústria e comércio
A produção agropecuária se destaca especialmente pelo café e pelo gado leiteiro, apesar de ali constarem diversas culturas agrícolas.

O setor industrial se encontra em franco desenvolvimento, graças às condições favoráveis de que a cidade dispõe. Os setores têxtil, agroindustrial e metalúrgico são os principais ramos industriais de Lavras.

O Distrito Industrial 1, com 561.000 m², encontra-se quase totalmente ocupado.

A cidade, como pólo regional, possui um comércio bastante ativo e diversificado.

Segurança

A cidade é sede do 8.º Batalhão da Polícia Militar (8.º BPM) e do 6.º Comando Regional da Polícia Militar (6.º CRPM), contendo também uma unidade da Polícia Federal.


Educação

Um dos pontos fortes de Lavras é o bom nível educacional da sua população. O índice de analfabetismo levantado pelo IBGE, para a população com cinco anos de idade ou mais, é significativamente inferior ao encontrado na média de Minas Gerais.
Lavras conta com cerca de 65 mil estudantes, muitos de outras cidades, que freqüentam uma rede de 65 estabelecimentos de ensino, entre os quais quatro de nível superior: a Universidade Federal de Lavras (UFLA), o Centro Universitário de Lavras (Unilavras), a Faculdade Adventista de Minas Gerais (FAD-MINAS) e a Faculdade Presbiteriana Gammon (FAGAM). Tanto a rede pública quanto a particular abrangem desde a educação infantil até o pós-doutorado, oferecendo cursos técnicos e de nível superior.


Cultura

Entre os principais museus de Lavras destacam-se o Museu Bi Moreira, onde podem-se encontrar vários objetos como móveis, fotos, documentos e utensílios em geral relacionados com a história da cidade, e o Museu Sacro de Lavras, igreja com várias obras sacras do século XVIII, quando a igreja foi construída.

A cidade conta com um Teatro Municipal, antiga ferroviária que se tornou o Patrimônio de Apresentação das Artes Cênicas da cidade. A Casa da Cultura, instalada desde 1984 em prédio do início do século XX, tem por finalidade abrigar diversas atividades artístico-culturais do povo lavrense.


Turismo

Além das opções culturais oferecidas pelos museus, teatros e campi das universidades locais, a cidade conta com diversas atrações culturais, tais como:

Igreja do Rosário: Construída no século XVII, constitui-se, para a cidade, em valoroso patrimônio histórico, marcando ponto alto nos primórdios da história do povoamento de Lavras. Está tombada no Patrimônio Histórico Nacional, sendo muito visitada.

Parque Florestal Quedas do Rio Bonito: reserva florestal mantida pela Associação Abraham Kasinski. A área do parque compreende muitas atrações, como cachoeiras, trilhas para caminhada e arena para apresentações.

Serra do Campestre (ou da Bocaina): ponto culminante do município, de onde se pode ter ampla visão da região. Dependendo da visibilidade é possível avistar a cidade de São Thomé das Letras.

Recanto do Sagrado Coração de Jesus: casa de retiro e eventos da paróquia de Santana de Lavras.

Feira de artesanatos: ocorre aos domingos, oferecendo diversos artesanatos e petiscos.


Repetidora de vhf 2 metros cidade de Lavras- MG
-Repetidora PY4RSB frequência de  146,670 (Serra da bocaina)

Fonte:IBGE